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	<title>NA RUA &#187; Teatro Mágico</title>
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	<description>Arte, cultura, esporte e comportamento urbano.</description>
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		<title>Graffiti animado</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 02:16:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Projeto Na Rua</dc:creator>
				<category><![CDATA[Graffiti]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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Quem vê não entende por que os grafiteiros pintam para em seguida apagar o desenho. Não, eles não estão desperdiçando tinta. Ao contrário, é tudo muito bem planejado. O Graffiti com Pipoca é um exemplo de que amigos unidos por boas ideias e disposição podem, sim, fazer a coisa acontecer pra valer.
Hip Hop


Tudo começou em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://1.bp.blogspot.com/_TiM0ea9ZAxk/StejGDLrV4I/AAAAAAAAAEg/KQ9TGIdrbQ4/s1600-h/graffiti.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5392958403128285058" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: hand; width: 320px; height: 241px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_TiM0ea9ZAxk/StejGDLrV4I/AAAAAAAAAEg/KQ9TGIdrbQ4/s320/graffiti.JPG" border="0" alt="" /></a></p>
<div style="text-align: justify;">Quem vê não entende por que os grafiteiros pintam para em seguida apagar o desenho. Não, eles não estão desperdiçando tinta. Ao contrário, é tudo muito bem planejado. O <a href="http://fotolog.terra.com.br/graffiticompipoca">Graffiti com Pipoca</a> é um exemplo de que amigos unidos por boas ideias e disposição podem, sim, fazer a coisa acontecer pra valer.</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;"><span style="font-size:medium;">Hip Hop</span></span></div>
<p><span style="font-weight: bold;"><span style="font-size:medium;"><br />
</span></span></p>
<div style="text-align: justify;">Tudo começou em 2005, quando o grafiteiro Bruno Macedo, o Chorão, foi convidado por Jerônimo Vilhena para participar do “família nacional”, projeto que estava produzindo no Centro Cultural de São Paulo e que unia rap com graffiti – e é a essa combinação que chamamos de <span style="font-style: italic;">hip hop</span>.</div>
<div style="text-align: justify;">Jerônimo, que já era ligado ao universo do hip hop (participava do Instituto Voz), e fazia filmagens, contou para Chorão sua ideia de fazer animação com graffiti. O amigo se entusiasmou e desde então começaram a se encontrar com freqüência para madurar as ideias e dar início ao trabalho.</div>
<div style="text-align: justify;">Para fazer parte dessa nova empreitada, Chorão convidou seu parceiro de <span style="font-style: italic;">spray</span> Agner Rebouças. Os dois já organizavam workshops em comunidades carentes e pintavam também em panos e pelas ruas, sem a ajuda de nenhuma entidade. Agner topou na hora, mas dá o crédito pra Jerônimo “a alma do projeto é o Jerônimo. Ele é o cara que faz a produção, ele quem faz a articulação pro [sic] negocio acontecer.”</div>
<div style="text-align: justify;">Com o projeto já em andamento, no final de 2005 resolveram inscrevê-lo no <a href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/vai/index.php?p=6115">VAI</a> (Valorização de Iniciativas Culturais), programa da secretaria de cultura de São Paulo. A proposta foi aprovada, e em 2006 receberam um incentivo de R$ 17.000 para continuar dando as oficinas e produzir a primeira animação do grupo. Durante nove meses, o coletivo promoveu na PEF (antiga Febem da Imigrantes) oficinas de graffiti, vídeo e desenho animado para os meninos.</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;"><span style="font-size:medium;">Bola Murcha</span></span></div>
<p><span style="font-weight: bold;"><span style="font-size:medium;"><br />
</span></span></p>
<div style="text-align: justify;">Mas o primeiro vídeo de destaque mesmo, só saiu no ano seguinte. Em 2007, ainda com o apoio do VAI, gravaram “O velho bola murcha”, que conta a história de um velho colecionador de bolas murchas que acaba fazendo amizade com crianças da vizinhança. O vídeo foi filmado na escola Almirante Ari Parreira, no bairro do Jabaquara, considera a pior escola da região. “Os estudantes não gostavam da escola. Quando a gente começou a grafitar, muitos perguntavam para que a gente fazia aquilo. Queriam entender porque a escola deles tinha sido escolhida.”, lembra Agner.</div>
<div style="text-align: center;"><span style="  white-space: pre; font-family:Arial;font-size:10px;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/mmsbmgCkpyg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/mmsbmgCkpyg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></span></div>
<p>O Velho Bola Murcha ganhou o prêmio do Programa Aprendiz, promovido pela empresa COMGAS. Com o prêmio de R$ 3.500, o grupo comprou um retro-projetor e levou para a escola. Lá, exibira-no – muita gente não tinha visto ainda – além de outros curtas que não estavam no circuito comercial. O Bola Murcha ficou dois anos sendo exibido para os estudantes. Virou orgulho da molecada. “Hoje o pessoal vai tirar foto do muro. Todo mundo respeita, ninguém mexeu em nada até o ano passado” Só até o ano passado? Agner explica “a escola está passando por uma reforma, então tiveram que derrubar uma parte do muro. Não foi por parte dos alunos; a galera respeita.”</p>
<p><span style="font-weight: bold;"><span style="font-size:medium;">Paixão e profissão</span></span></p>
<p><span style="font-weight: bold;"><span style="font-size:medium;"><br />
</span></span></p>
<div style="text-align: justify;">Não foi só a paixão pelo graffiti que motivou o grupo a se empenhar no projeto. O objetivo era dominarem as técnicas de filmagem, produção e edição do vídeo para se tornarem profissionais do ramo. Com o dinheiro que receberam do VAI fizeram curso profissionalizante. Depois do primeiro, o grupo produziu outros vídeos para aperfeiçoarem a técnica (e colocar em prática o que tinham aprendido).</div>
<div style="text-align: justify;">Funciona da seguinte maneira: para cada traço feito, uma foto. Se a parte que acabou de ser pintada vai ser animada, os artistas têm que pintar novamente para criar o outro quadro. São filmados todos estágios do trabalho, para depois ser editado a imagem dos grafiteiros e então animar o desenho e dar vida à história criada. Para fazer todos os desenhos, os grafiteiros não levam mais de um dia “se <span style="font-style: italic;">[o clima]</span> estiver quente, seca mais rápido. Se estiver nublado, úmido, demora mais pra secar. Mas a média é de 5 a 6 horas.”, conta Agner.</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;"><span style="font-size: medium;">Jerônimo, Teatro Mágico, MTV</span></span></div>
<p><span style="font-weight: bold;"><span style="font-size: medium;"><br />
</span></span></p>
<div style="text-align: justify;">Foi através de Jerônimo que o grupo foi convidado para produzir o videoclipe “O mérito e o monstro” da banda Teatro Mágico. O vídeo caiu tanto na graça da rapaziada que ficou um mês inteiro na parada dos tops da MTV.</div>
<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/iqdLzNEtD5I&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/iqdLzNEtD5I&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<div style="text-align: justify;">Hoje, o Graffiti não recebe mais incentivo do VAI, mas continua fazendo, vez e outra, algum vídeo ou intervenção pelas ruas. No canal deles no You Tube você pode conhecer melhor o trabalho dessa galera: <a href="http://www.youtube.com/user/graffiticompipoca">http://www.youtube.com/user/graffiticompipoca</a></div>
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